Pequenos Criadores
Primeiro contato com IA, sempre com acompanhamento próximo. Criatividade, segurança digital e a noção de que a IA também erra.
01Projetos possíveis
- Histórias interativas
- Quizzes
- HQs
- Mascotes
- Cartazes educativos
- Livros digitais
Durante décadas, dominar outra língua foi o grande diferencial na formação de um aluno. Quem souber pensar, se comunicar e criar com inteligência artificial terá mais possibilidades de participar do futuro.
Como os sistemas são treinados, por que a IA erra, o que são vieses, como proteger informações pessoais e como identificar conteúdo manipulado.
Planos de estudo, exercícios, explicações por caminhos diferentes, revisão de conteúdos e organização de pesquisas.
Jogos, sites, aplicativos, assistentes, chatbots, dashboards, podcasts e automações, construídos pelos próprios alunos, do problema à apresentação.
Toda aula segue seis etapas e trabalha cinco competências: compreender, comunicar, verificar, criar e apresentar. Ao final de cada encontro existe algo construído, testado e mostrado para alguém.
Um problema concreto é apresentado à turma.
Explicação breve do conceito ou da ferramenta.
Desenvolvimento prático, em equipe.
Os alunos usam e avaliam o que criaram.
Correção de erros e aperfeiçoamento.
Apresentação para colegas e professores.
Primeiro contato com IA, sempre com acompanhamento próximo. Criatividade, segurança digital e a noção de que a IA também erra.
01Pensamento crítico, pesquisa e criação digital em equipe. É aqui que o aluno constrói suas primeiras ferramentas de verdade.
02Projetos completos, portfólio e conexão direta com carreira. Integra IA, dados, automação e programação.
03Cada laboratório é um bloco de projetos com objetivo próprio. Dá para rodar dois num semestre ou percorrer os oito ao longo do ano.
É a objeção mais legítima do processo. A resposta está na estrutura: um dos cinco pilares do programa é verificar. O aluno aprende que resposta de IA não se aceita, se confere. E a avaliação é por processo, não por resultado: ele precisa explicar o que decidiu, que erros encontrou e o que faria diferente. Copiar não passa nesse crivo.
Não precisam saber antes. A formação docente faz parte da entrega, com 4 a 8 horas iniciais mais encontros continuados, e quem conduz as aulas é um facilitador do Aprende com IA, sempre ao lado de um professor da escola. É esse par que faz o conhecimento ficar na instituição depois que o programa termina.
A escola recebe um manual de política institucional de IA: ferramentas autorizadas por faixa etária, práticas proibidas, quais dados nunca devem ser compartilhados e um fluxo definido para comunicação de incidentes. As famílias participam de uma palestra de abertura antes da primeira aula.
Estruturado em linha com as orientações do MEC para o uso de inteligência artificial na educação básica e com as recomendações da UNESCO: uso centrado nas pessoas, proteção da privacidade, adequação à idade, supervisão humana e fortalecimento do pensamento crítico.
Não é preciso montar nada do zero nem depender de um professor entusiasta. Currículo, pessoas, materiais, formação e acompanhamento chegam junto.
O programa se encaixa no que a escola já faz. Não o contrário. Escolha o formato para ver como ele funciona na prática.

No contraturno, uma vez por semana.

Dentro das disciplinas que já existem.

Um espaço fixo, com endereço na escola.

Curto, concentrado e com entrega no fim.
Não necessariamente. O programa funciona com notebooks, Chromebooks ou tablets, inclusive em regime compartilhado, já que boa parte das atividades é feita em equipe. Na apresentação avaliamos a infraestrutura que a escola já tem e indicamos o formato viável.
Depois do alinhamento do formato, o programa pode entrar no ciclo letivo seguinte. Antes da primeira aula acontecem duas coisas: a formação inicial dos professores e a palestra de abertura para as famílias.
São coisas diferentes e costumam conviver bem. Robótica trabalha o físico e a lógica de montagem; o Aprende com IA trabalha comunicação, verificação e criação de produtos digitais. Escolas com robótica costumam entrar pelo formato curricular complementar, ligando os dois em projetos comuns.
Por evidência, não por percepção. Cada aluno entrega projetos documentados no portfólio, a avaliação é por processo e a gestão recebe um relatório por turma ao final do ciclo, com o que foi produzido e as competências trabalhadas.
O professor representante da escola acompanha todas as aulas e tem acesso ao roteiro completo do encontro. Em caso de ausência, a aula é reposta em data combinada com a coordenação, sem furo no calendário.
30 minutos. Por vídeo ou presencial. Sem compromisso.